Meus favoritos

Estou começando a aprender a usar isto aqui...
Sep 29 '11

Medo

Descobri hoje meu medo de pular de 5m de altura. Não esperava por isso…

Sep 26 '11
Olhar para si mesmo? Como é que faz isso?
— Patrick — Bob Esponja

Sep 21 '11
Taken with instagram

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Sep 19 '11
…obrigo-me a chorar para provar a mim mesmo que minha dor não é uma ilusão: as lágrimas são signos, não expressões…
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

9 notes Tags: barthes fragmentos de um discurso amoroso livro

Sep 19 '11
Todo parceiro de uma cena sonha ter a última palavra.
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

3 notes Tags: barthes fragmentos de um discurso amoroso livro

Sep 19 '11
Não quero entretanto que minhas cartas continuem sem resposta, e deixarei imediatamente de escrever-te se não me responderes. Perpétuos monólogos a respeito de um ser amado, que não são nem retificados nem alimentados pelo ser amado, resultam em idéias errôneas quanto às relações mútuas, e nos tornam estranhos um ao outro quando nos reencontramos e achamos as coisas diferentes daquilo que, sem confirmação, imaginávamos.
— Freud apud Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

Sep 19 '11
Que quer dizer isto, “pensar em alguém”? Quer dizer: esquecê-lo (sem esquecimento, não há vida possível) e despertar muitas vezes desse esquecimento. Muitas coisas, por associação, inserem você em meu discurso. “Pensar em você” não quer dizer nada mais do que esta metonímia. Pois, em si, esse pensamento é vazio: não o penso; simplesmente, faço-o retornar (na medida mesma em que esqueço). É a esta forma (a este ritmo) que chamo “pensamento”…
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

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Sep 19 '11

É atopos o outro que eu amo e que me fascina. Não posso classificá-lo, pois que ele é precisamente o Único, a Imagem singular que veio miraculosamente responder à especialidade de meu desejo. É a figura de minha verdade; não pode ser encaixado em nenhum estereótipo…

Entretanto, amei ou amarei várias vezes em minha vida. Isso acaso significaria que meu desejo, por especial que seja, estaria vinculado a um tipo? Meu desejo é pois classificável? Haveria, entre todos os seres que amei, um traço comum, um único, por tênue que seja (um nariz, uma pele, um jeito), que me permita dizer: este é meu tipo! “Este é exatamente meu tipo”, “Este não é de modo algum meu tipo” […]?

— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

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Sep 19 '11
…é o amor que o sujeito ama, não o objeto.
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

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Sep 19 '11
O horror de estragar é ainda mais forte que a angústia de perder
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

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Sep 18 '11
Inicialmente, quando o amante encontra o outro, há afirmação imediata (psicologicamente: deslumbramento, entusiasmo, exaltação, louca projeção de um futuro pleno: sou devorado pelo desejo, pelo impulso de ser feliz): digo sim a tudo (cegando-me). Em seguida vem um longo túnel: meu primeiro sim é corroído por dúvidas, o valor amoroso é incessantemente ameaçado de depreciação: é o momento da paixão triste, do surgimento do ressentimento e da oblação. Desse túnel, entretanto, posso sair; posso “superar”, sem liquidar; o que afirmei uma primeira vez, posso novamente afirmar, sem repetir, pois, agora, o que afirmo é a afirmação, não sua contingência: afirmo o primeiro encontro na sua diferença, quero seu retorno, não sua repetição. Digo ao outro (antigo ou novo): Recomecemos.
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

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Sep 18 '11
Encontro em minha vida milhares de corpos; desses milhares, posso desejar algumas centenas; mas dessas centenas, amo apenas um.
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

Tags: barthes fragmentos de um discurso amoroso 1977 livro

Sep 18 '11
Professo uma outra lógica: sou simultaneamente e contraditoriamente feliz e infeliz […] Por que durar seria melhor do que queimar?
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

Tags: barthes fragmentos de um discurso amoroso livro 1977

Sep 18 '11
a plenitude existe, e não descansarei até fazê-la voltar: através de todos os meandros da história amorosa, obstinar-me-ei a querer reencontrar, renovar a contradição — a contração — dos dois abraços.
— Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso)

Tags: barthes fragmentos de um discurso amoroso 1977 livro

Jul 13 '10
fernandoschubach:

Foto by: me
Model: Pedro Luiz (40graus Models)
Beleza: Carolina Bicudo
Produção de moda: João Victor Pereira

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Produção de moda: João Victor Pereira

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